Privacidade: gestão, não vigilância | Valariss

Privacidade

Gestão, não vigilância.

A Valariss existe para mostrar como o trabalho está indo, não para espiar a vida de ninguém. E é justamente por isso que esta página conta, sem rodeio, o que o programa captura, quem tem acesso e por quanto tempo. Você decide com a informação na mão, e sua equipe também precisa tê-la.

O que é capturado

O que o TAI captura, sem rodeio.

Você precisa saber exatamente disso antes de instalar, e sua equipe também.

Capturas de tela

O Valariss TAI tira imagens da tela dos computadores onde ele está instalado, enquanto o programa está ativo. A inteligência artificial processa essas imagens e transforma o que viu em indicadores de produtividade.

A imagem captura tudo o que estiver na tela naquele momento. Não há filtro por aplicativo ou por site.

Quem consegue abrir essas imagens: o gestor da empresa que contratou.

Por quanto tempo ficam guardadas: três meses nos nossos servidores. Depois disso, são apagadas.

Também é coletado

  • Tempo produtivo, tempo improdutivo e hora extra
  • Ausências
  • Inventário de hardware e sistema operacional
  • Saúde dos discos, status do antivírus e sinais de instabilidade

O que a Valariss não faz

  • Não acessa câmera nem microfone. O TAI olha a tela, e só.
  • Não instala em computador pessoal. Só nas máquinas onde a empresa instalou o programa.
  • Não guarda a imagem para sempre. Três meses e ela é apagada.
  • Nossa equipe não fica olhando as capturas da sua empresa. A única exceção é o suporte técnico, quando é preciso investigar um problema.
  • Não vende os dados da sua empresa. Nem compartilha, nem aluga: os dados ficam só com você e com a Valariss por três meses.

Sobre essa exceção
Se você abrir um chamado e a investigação exigir olhar uma captura, alguém da nossa equipe técnica pode precisar acessá-la. Fora dessa situação, ninguém aqui abre as imagens da sua empresa.

Por quê

Preferimos que você saiba por nós.

Captura de tela é a parte mais séria do que fazemos. Está nesta página, em texto grande, e não enterrada num contrato de vinte páginas, porque a alternativa é você descobrir depois, e aí a conversa é outra.

Os computadores são da empresa e o uso é de trabalho. Ainda assim, é a tela de uma pessoa. Por isso o prazo de retenção é curto, o acesso é do gestor contratante e a exclusão em três meses é automática.

Compromissos

Três coisas que não mudam.

Conformidade com a LGPD

Coleta, armazenamento e uso de dados alinhados à Lei Geral de Proteção de Dados brasileira.

Só os equipamentos da empresa

O monitoramento é restrito aos computadores e ambientes de trabalho da empresa contratante.

Acesso controlado e criptografado

Dados acessíveis apenas a perfis autorizados, com armazenamento protegido e trilha de auditoria.

Registro de acesso

Quem olhou a tela da sua equipe também fica registrado.

Dar acesso a alguém é fácil. Saber o que essa pessoa fez com o acesso é o que costuma faltar. Aqui, cada abertura de tela fica gravada, e o registro é seu.

Toda vez que alguém da sua empresa abre a linha do tempo de um colaborador, ou uma amostra de tela em tamanho cheio, a Valariss guarda quem abriu, de quem era a tela, o que foi aberto e quando. Esse registro fica disponível para você por seis meses.

Você filtra por período, por quem olhou, por quem foi olhado e por tipo de tela.

Antes disso, você decide quem enxerga o quê

Perfil de acesso

A pessoa entra só na Gestão de TI, só no Trabalho assistido por IA, nos dois, ou como administrador.

Escopo por pessoa

Um gestor pode acompanhar a empresa toda, ou só quem você marcar.

Escopo por departamento

Marcou o departamento, quem for contratado depois já entra. Marcou pessoa por pessoa, não: o novo fica de fora até você marcar.

Convite em duas partes

O link do convite vai por e-mail, e o código de quatro dígitos vai por você. Só o link não abre a conta.

É isso que transforma "acesso controlado" de promessa em coisa que você confere. Se alguém da sua empresa andou abrindo tela demais, ou tela de quem não devia, você vê.

Recomendação

Avisar sua equipe protege você também.

É uma escolha sua avisar ou não a equipe sobre o programa. Não existe lei que exija, mas é considerada boa prática.

Quando a equipe sabe, o monitoramento faz parte da rotina de trabalho. Quando descobre por acaso, pode gerar desconfiança, mas a decisão de como conduzir isso é sua.

Se optar por avisar, uma prática comum é fazer isso por escrito, antes de instalar, registrando o que a empresa acompanha e quem tem acesso.

Ficou alguma dúvida?

Fale conosco pelo WhatsApp (47) 99725-1355. Respondemos.

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